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Saúde e Envelhecimento


Código: GS1106    Sigla: SE

Ocorrência: 2019/20 - 1S

Área de Ensino: Ciências da Saúde

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos Horas Contacto Horas Totais
LGS 8 Despacho 6311/08 de 05 de Março 2 ECTS

Horas Efetivamente Lecionadas

TURMA1

Teóricas: 10,00

Docência - Horas

Teóricas: 2,00

Tipo Docente Turmas Horas
Teóricas Totais 1 2,00
Margarida da Silva Neves de Abreu   2,00

Língua de Ensino

Português

Objectivos, Competências e Resultados de aprendizagem

Identificar os principais desafios colocados pelo envelhecimento, à sociedade e aos serviços de saúde; Refletir sobre o enquadramento da problemática do envelhecimento no âmbito das políticas sociais e da saúde; Desenvolver competências que permitam identificar necessidades, planear, implementar e avaliar ações de intervenção.

Programa

Envelhecimento: Conceitos e teorias; Fisiologia do envelhecimento normal; Mitos; Conceitos de saúde; Fatores que influenciam o estado de saúde do idoso Determinantes de saúde e DSS); Sistema de Saúde: Plano Nacional de Saúde Lei de Bases da Saúde Programas públicos ACeS Cuidados continuados integrados; Envelhecimento normal (comum e bem sucedido). Envelhecimento Ativo e seus determinantes. Sexualidade; Epidemiologia do envelhecimento: Mortalidade Morbilidade Fragilidade; Vulnerabilidade; Co-morbilidade e doença crónica; Síndromes geriátricas; Vacinação: PNV; Conceito de vacina; Vacinas indicadas para as pessoas idosas (Gripe, Tétano e Difteria); Contraindicações (falsas e verdadeiras); Familiares cuidadores; A problemática do fim da vida; Avaliação da pessoa idosa.

Demonstração da Coerência dos Conteúdos Programáticos com os Objetivos da UC

Em Portugal, tal como em outros países desenvolvidos, a percentagem de pessoas idosas encontra-se constantemente em crescimento (Henriques e Ávila, 2017). Segundo a PORDATA (2016), cerca de 20,1% da população portuguesa são pessoas idosas, sabendo-se que o perfil destas não é semelhante ao perfil da mesma população de há trinta anos e não será semelhante ao do das pessoas idosas dos próximos vinte anos (INE, 2017).

Segundo o INE (2017), as projeções da população entre 2015 e 2080, indicam que em Portugal o número de jovens diminuirá de 1,5 para 0,9 milhões e o de pessoas idosas aumentará de 2,1 para 2,8 milhões.

O aumento da expectativa de vida aos 65 anos não significa necessariamente que os anos extra são vividos com uma boa saúde. Na Europa, o número médio de anos de vida saudável aos 65 anos era, em 2015,  de 9,3 anos para mulheres e 9,4 anos para os homens. Os  anos adicionais de vida que as mulheres experienciam em relação aos homens são vividos com algum tipo de
limitação de atividade.

Deste modo, a OMS (2012) defende ser necessário empreender medidas concretas e específicas,

Tais como, o envolvimento  no planeamento da capacidade gerontológica como parte da saúde geral, contribuindo para reduzir a lacuna de treino destes profissionais.

Este cenário implica uma educação que permita a reflexão e a mudança de atitude  fac

Bibliografia Principal

Freitas, E. V.; PY, L.; CANÇADO, F.A.X. e outros ;Tratado de Geriatria e Gerontologia, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan SA, 2006
DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE;Programa Nacional para a Saúde das Pessoas idosas, DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE, 2004 (Circular Normativa nº 13/DGCG)
DGS;DIRECÇÃO GERAL DE SAÚDE. Plano Nacional de Saúde – revisão e extensão a 2020 , DGS, 2015
Direção Geral da Saúde;Plano Nacional de Saúde, Direção Geral da Saúde, 2012
Paúl, C.;Envelhecer em Portugal psicologia, saúde e prestação de cuidados, Climepsi Editores, 2005

Métodos de Ensino

Expositivo e participativo.


Modo de Avaliação

Avaliação apenas com exame final

Componentes de Avaliação e Ocupação registadas

Descrição Tipo Tempo (horas) Data de Conclusão
Participação presencial (estimativa)  Aulas  30
  Total: 30

Avaliação Contínua

Frequência.

Avaliação Final

Frequência: 100%

Provas e Trabalhos Especiais

Não se aplica

Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objetivos de Aprendizagem da Unidade Curricular

O envelhecimento da sociedade é uma realidade inevitável. Esta situação implica a necessidade de se pensar formas de assistência que promovam a autonomia e independência da pessoa idosa e, consequentemente, a manutenção da sua saúde e qualidade de vida. Para isso, é fundamental formar profissionais para que desenvolvam competências cognitivas (informação) e competências pessoais (saber lidar com).