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Estágio II


Código: GS1207    Sigla: E2

Ocorrência: 2019/20 - 2S

Área de Ensino: Gerontologia Aplicada

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos Horas Contacto Horas Totais
LGS 8 Despacho 6311/08 de 05 de Março 8 ECTS

Horas Efetivamente Lecionadas

TURMA1

Seminário: 30,00

Docência - Horas

Seminário: 3,00

Tipo Docente Turmas Horas
Seminário Totais 1 3,00
Joana Madalena Tavares Martins Guedes   0,00
Marisa Raquel Venâncio da Silva   3,00

Língua de Ensino

Português

Objectivos, Competências e Resultados de aprendizagem

Pretende-se que o aluno reconheça o envelhecimento como um processo bio-psico-social que resulta do modo como se viveu ao longo da trajetória e das oportunidades presentes e consiga, num contexto institucional, despoletar intervenções que elevem a qualidade de vida das pessoas mais velhas. Espera-se que no final da UC o aluno seja capaz de: (i) compreender a diversidade da população idosa em termos de idade, trajetórias de vida, estatuto de saúde, funcionalidade, cultura, língua, religião, orientação sexual; (ii) reconhecer a existência de factores de ordem biológica, psicológica e social que influenciam os diferentes modos e processos de envelhecimento; (iii) conceber e implementar intervenções psicossociais, individuais ou em grupo, que contribuam para optimização funcional, cognitiva e social dos indivíduos; (iv) aplicar estratégias de relacionamento interpessoal que contribuam para a construção de relações respeitadoras, confidenciais e promotoras de mudanças positivas.

Programa

1. Modos de conhecer e fazer em gerontologia social 1.1 O envelhecimento enquanto fenómeno biológico, psicológico e social: articulação das abordagens teóricas introdutórias adquiridas nas diversas disciplinas para analisar os principais problemas e desafios das pessoas idosas 1.2 Síntese dos principais problemas e desafios relacionados com o público em estudo (ex: dependência física, doença ou deterioração cognitiva; diminuição ou perda de relações sociais; isolamento social; ausência de papéis, actividades de enriquecimento ou participação social) 1.3 Definição de intervenções individualizadas (plano de cuidados e de desenvolvimento individual) ou grupais como estratégia de resposta aos principais problemas diagnosticados - fundamentação, metodologias, recursos e avaliação 1.4 A comunicação e a escuta empática como ferramentas ao serviço de um melhor conhecimento da subjectividade do outro 1.5 Papéis profissionais do gerontólogo social no contexto de estágio

Bibliografia Principal

Bermejo, J. C;A relação de ajuda no encontro com os idosos, Prior Velho: Paulinas, 2010
Fernandes, A.A.;Questões Demográficas – demografia e sociologia da população, Edições Colibri, 2008
Fernandez-Ballesteros, R;Gerontologia Social, Madrid: Ediciones Pirâmide, 2004
Pereira, F.;Teoria e Prática da Gerontologia. Um guia para cuidadores de idosos, Viseu: PsicoSoma, 2012
Link, A. L.;Group work with elderly : 50 therapeutic exercises for reminiscences, validation and remotivation , Sarasota: Professional Resource Press, 1997
Pereira, J. D. L., Lopes, M. S. & Rodrigues, T. M. ;Pereira, J. D. L., Lopes, M. S. & Rodrigues, T. M. (2013). Animação sociocultural, gerontologia e geriatria: a intervenção social, cultural e educativa na terceira idade, Chaves: Associação para a Promoção e Divulgação Cultural, 2013
Paúl, C. & Ribeiro, O. ;Manual de Gerontologia: aspetos biocomportamentais, psicológicos e sociais, Lisboa: Lidel, 2011
Lima, M. P. ;Posso participar? Actividades de desenvolvimento pessoal para idosos, Porto: Ambar, 2004

Métodos de Ensino

Pretende-se que os alunos tenham oportunidade de observar e debater problemas inerentes à prática, traduzindo saberes teóricos em programas de acção, em permanente aperfeiçoamento. Assim, as aulas serão do tipo teórico-prático, assentes em estratégias pedagógicas que favoreçam a aprendizagem activa e a problematização das experiências observadas nos estágios; exposição de conteúdos com recurso a elementos convencionais e multimédia; debates ou trabalhos de grupo sobre acções a planear e a desenvolver; role-playing em torno do treino de competências direccionadas para o enfrentamento de situações reais; discussão orientada de textos científicos e seminários direccionados para o conhecimento de projectos diversificados nesta área.


Modo de Avaliação

Avaliação apenas com exame final

Avaliação Contínua

De acordo com o n.º2 do artigo 9º, capítulo II do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos (RAC), a disciplina de Estágio é obrigatoriamente de avaliação contínua. Nas disciplinas de avaliação contínua, os alunos só poderão faltar a um máximo de 20% do total de aulas em cada disciplina (nº9 do artigo10º do RAC). O limite de faltas para o trabalho de terreno é de 5% do total de horas previstas e de 10% do total de horas previstas para os alunos abrangidos pelos estatutos de trabalhador estudante (lei 116/1997) e de apoio social a mães e pais estudantes (lei 90/2001). A avaliação é contínua, integrando: trabalhos realizados ao longo do semestre; assiduidade e participação ativa nas aulas e no estágio; relatório final. A avaliação integrará também o parecer do orientador local, relativamente ao desempenho do aluno no estágio.

Avaliação Final


Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objetivos de Aprendizagem da Unidade Curricular

O atendimento aos alunos decorre no Gabinete 3. A docente ajusta o seu horário às necessidades dos alunos, particularmente dos trabalhadores-estudantes. Poderão contactar a docente por email.
A avaliação da UC de Estágio II será o resultado das seguintes ponderações:
10% da nota - assiduidade e participação nas aulas;
10% da nota - qualidade do trabalho de terreno;
80% da nota - relatório de estágio.